Filhote de cachorro sendo segurado com carinho
Prevenção

O calendário de vacinação que todo tutor deveria conhecer

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Em filhotes, a vacinação começa entre 6 e 8 semanas de vida e segue em doses a cada 3-4 semanas até completar o esquema — geralmente três aplicações da polivalente (V8 ou V10, que protegem contra cinomose, parvovirose, hepatite e outras) mais a antirrábica a partir dos 3-4 meses.

Filhote não sai para passear na rua nem tem contato com cães de origem desconhecida antes de completar o esquema inicial: o sistema imunológico ainda não está totalmente protegido, e é justamente a fase de maior risco para parvovirose.

Gatos seguem lógica parecida: a vacina múltipla felina (V3, V4 ou V5, dependendo do laboratório) também começa por volta de 8 semanas, em doses seguidas, cobrindo panleucopenia, rinotraqueíte e calicivirose, entre outras.

Depois do esquema inicial, o reforço é anual — não é 'vacina de filhote' que dura para sempre. Pular o reforço deixa a proteção cair exatamente no momento em que o tutor menos espera um problema.

Antes de viajar, ou de usar creche, hotel ou pensão para pets, confira o prazo da última dose com antecedência: muitos lugares exigem a vacinação em dia com pelo menos 15 dias de antecedência para o organismo desenvolver a imunidade.

Guarde sempre a carteira de vacinação — física ou digital — e leve para toda consulta, mesmo as de teleconsulta: é o que evita repetir dose sem necessidade ou deixar passar um reforço.

Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação de um médico veterinário.